A(CERCA) DO ELETROCHOQUE

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Não é atoa que a reabilitação do manicômio vem junto com a reintegração do eletrochoque[1] no discurso conservador. Em nada surpreende. Manicômio e eletrochoque têm uma história comum na maior perversão em nome da uma pseudociência e falsa terapia, que resultaram em reclusão, exclusão, desumanização, tortura, paixão e morte de muitos pacientes que tiveram seu destino num verdadeiro holocausto brasileiro como demonstrado fartamente em denuncias, filmes e livros.

No meu livro “Ouvindo Vozes” mostro a prática de negar o manicômio enquanto instituição, como recomendou Basaglia; e no “von Meduna” conto um pouco da história do uso das convulsões na busca do controle das doenças mentais, começando nas convulsões provocadas por febres, pelo agente causador da malária, pelo cardiasol de von Meduna, na “cura insulínica” de Sakel, e – finalmente – no heroico método das convulsões elétricas do italiano Cerletti e sua inspiração acontecida em um matadouro de porcos nos arredores de Roma[2]. O esquecimento dessa trajetória faz parte da negativa da psiquiatria pelo seu empirismo espantoso. Portanto, nenhuma surpresa encontro na ressurreição do dispositivo manicomial e do seu principal instrumento corretivo, travestido em cura moral, o eletrochoque.

O que me surpreende é a defesa, por jovens médicos, do eletrochoque “reabilitado pela academia” como sendo seguro e eficaz, aplicado em alguns casos resistente a outros métodos, e que não deveria ser condenado junto com a reabilitação do manicômio, porque se ele for aplicado criteriosamente será muito útil. O temor é que esse ataque ao método “científico” pode ideologizar nossa defesa da Reforma Psiquiátrica. Quero discutir esse ponto e avançar.

Como no estreito leque de benefícios do eletrochoque encontramos os clássicos casos de psicose e depressão em grávidas (já que as medicações – em sua maioria são teratogênicas até o terceiro mês de gravidez – devem ser evitadas e as convulsões provocadas pelo eletrochoque, agora minimizadas pela anestesia, não afetam a musculatura lisa – como coração e útero); nas depressões sem resposta a medicamento e com risco de suicídio; nas esquizofrenias refratárias; e no estupor catatônico.

O problema é que esse campo pode ser estendido por limites imprecisos. Esquizofrenias refratárias podem ser diagnosticadas por deficiências terapêuticas e de relação equipe-paciente. Estupor catatônico é caso absolutamente raro quando temos à mão as drogas psiquiátricas. Depressão com risco de suicídio pode responder a uma abordagem intensiva. Grávidas quase sempre podem ser manejadas até passar o risco da utilização de medicamentos. Mas vamos concordar – por suposição – que essas indicações clássicas requeiram o uso do eletrochoque.

Pois bem, o problema está na extensão de sua utilização para além desses limites. Coleciono exemplos dessas ultrapassagens. No ambiente acadêmico já vi sua utilização em diagnóstico de perversão (dolorosa ironia de indicação de uma perversão para conter outra). No manicômio, então, toda esquizofrenia é refratária, as depressões são “aliviadas preventivamente” do risco de suicídio. Em pouco tempo, sua utilização se generaliza, passando de exceção à regra. Afinal, sua utilização corretiva – como castigo e tortura – combina com a prisão manicomial.

Conto ainda duas historinhas edificantes para defender a minha posição contrária ao eletrochoque: ainda jovem acadêmico de medicina, assisti a indicação de eletrochoque (uma série de tantos, como se fazia então) em um jovem esquizofrênico que não falava. No levantamento de sua história ele não era mudo. A indicação visava a fazer com que o paciente falasse. No quinto ou sexto eletrochoque, o “mudinho” falou: “Dr. Fulano, não me dê mais choques, eu falo tudo que o senhor quiser”.  O preceptor louvou o método como efetivo. Eu fiquei pasmo como acho que vocês estão agora.

Já depois de velho tentei discutir a indicação de eletrochoque a um esquizofrênico que eu acompanhava. Não consegui demover a indicação de jovens médicos, mas adiando a indicação o paciente melhorou sem ser preciso aplicar o método “heroico”. O paciente tinha muito medo do eletrochoque e acho que esse medo provocou a sua “melhora”[3].

Quando assumi a direção do Hospital do Engenho de Dentro o eletrochoque era prescrito ainda a uma quantidade surpreendente de pacientes. Não proibi a sua aplicação (como dizem as más línguas). Até para não comprar mais uma briga com os psiquiatras das associações e do conselho de Medicina, determinei que os aparelhos de eletrochoques fossem requisitados ao meu gabinete, onde estavam guardados. Misteriosamente não houve mais prescrições de eletrochoque daquele dia em diante[4]. Até lembro de uma adolescente em que foi feito o tratamento depois de uma ampla discussão técnica. Ela foi levada ao Instituto de Psiquiatria para uma aplicação sob as modernas técnicas com anestesia da academia.

Ora, se é um método “heroico”, de poucas indicações precisas, se ele for liberado junto com o manicômio não teremos controle de sua aplicação. Simples assim, esse filme já foi visto.

No entanto, se eu concordo que a aplicação de corrente elétrica cerebral pode alterar alguns sintomas das enfermidades mentais, estou convencido que não é um método de cura porque não altera qualquer estrutura ou curso das enfermidades mentais. Na época de sua utilização maciça há trabalhos que mostram que a remissão de sintomas era acompanhada por recaídas espantosas.

Eu mesmo discuti um caso de uma paciente que remitia sua crise maníaca (na época era ainda uma indicação e nada impede dela voltar) com eletrochoques. Mas as crises amiudaram. Quando trabalhava num serviço de atenção diária permitimos que a paciente vivenciasse sua crise sem a pressa de abortá-la. Os resultados alcançados foram muito mais duradouros e até hoje a paciente vive muito bem sem mais crises[5].

Enfim, depois da “invenção” dos dispositivos substitutivos dos manicômios a indicação do eletrochoque diminuiu exponencialmente. A relação terapêutica que estes serviços exigem, o cuidado diário, parecem muito mais efetivos no controle de sintomas de difícil manejo. E a cada dia acredito mais nessa função catalizadora do afeto.

Nise da Silveira se recusou a apertar o botão do eletrochoque e aí conseguiu que os sintomas fossem curados pela linguagem do desenho, da pintura, da escultura, pelo afeto. E é bom lembrar que Nise começou seu trabalho quando os neurolépticos foram inventados. Ela não se encantou com eles. Hoje eles já são criticados na sua iatrogênia. O trabalho de Nise permanece.

Enfim, pediria aos jovens médicos um pouco do controle do “furor curandis” que nos acomete no início da carreira. Se vocês acreditam que o eletrochoque pode ser útil em poucos casos, recomendo que ele não esteja à mão sempre que precisarmos. Talvez seja preciso solicitar sua aplicação aos critérios da academia. No manicômio ele não foi enfrentado por ideologia, mas por seu uso indevido como método de tortura. Isso não podemos esquecer.

Quanto a mim, prefiro que uma cerca elétrica nos mantenha longe dele. Nosso diagnóstico é impreciso e recheado de subjetividades. Acho muito mais importante usarmos uma clínica da narrativa no lugar de uma clínica de evidências. É o que penso acerca desse método que desaprendi a usar[6].

_________________

[1] Sei que na sua requalificação a denominação usada seria de eletroconvulsoterapia. Mantenho a grafia antiga por convicção. Não sou dado a eufemismos.

[2] Conta-se que Cerletti pensou em usar o choque elétrico quando assistiu a uma matança de porcos num matadouro. O choque deixava o porco agitado, muito calmo para a sangria do açougueiro. Acho que tem muito do simbólico nessa junção de porcos, loucos e matadouro. http://www.encontro2012.rj.anpuh.org/resources/anais/15/1338492742_ARQUIVO_ANPUHREGIONALWillcompleto.pdf

https://seer.ufrgs.br/anaisfamed/article/viewFile/79645/46663

[3] Discuto esses dois casos no meu “von Meduna” (Oficina da palavra, PI, 2011)

[4] Discuto esse assunto no meu “Ouvindo Vozes” (Vieira & Lent, RJ, 2009)

[5] Esse caso também está documentado em “von Meduna”.

[6] Falo do eletrochoque depois de tê-lo utilizado inúmeras vezes, o que não me orgulha. Vim da psiquiatria biológica à prática psicossocial. Hoje creio que ele possa ser substituído por outras formas de cuidados.

 

7 comentários em “A(CERCA) DO ELETROCHOQUE

  1. Confio cegamente na competência e na experiência do Dr. Edmar, meu amigo. Pra mim, eletrochoque rima e tem tudo a ver com bolsochoque, mourãochoque, helenochoque, pauloguedeschoque, e outros muito mais choques que estão aplicando, todos os dias, nos testículos e vaginas da nossa gente. Exatamente como nas torturas do covarde, assassino e sangrento Golpe Civil-Militar de 1964.

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  2. 1) o nome correto do procedimento é eletroconvulsoterapia e NÃO eletrochoque.

    2) Trata-se de um procedimento médico com indução anestésica, feito em centro cirúrgico.

    3) O equipamento deve incluir o monitoramento do EEG.

    4) O mau uso do procedimento deve ser criticado, não o procedimento em si, como qualquer terapia.

    5) A ECT sempre foi feita em alguns hospitais públicos, mas atualmente os equipamentos públicos em geral estão defasados exatamente por uma normativa anterior que ignorou as indicação técnicas e bloqueou investimentos na área.

    6) A descarga elétrica é de no máximo 100 joules por dois ou três segundos sob anestesia visando recuperar pacientes graves não responsivos a outros tratamentos. Quando um paciente tem parada cardíaca, se usa 300 joules no tórax sem nenhuma anestesia e ninguém luta contra os desfibriladores (ou luta?)

    7) Uma gestante com ideação suicida grave e psicótica terá muito mais segurança passando por uma ECT do que entupindo ela e o bebê de antipsicóticos em alta dose e com risco de não ter resposta imediata.

    8 ) Um paciente gravemente psicótico que não responde a nenhum tratamento convencional, em franco sofrimento, pode melhorar substancialmente após um única sessão de ECT.

    9) A ECT é uma importante ferramenta de tratamento na psiquiatria, sendo que em alguns casos é a primeira escolha.

    10) A ECT faz parte dos chamados “tratamentos biológicos”, em que estão recursos como a moderna Estimulação Magnética Transcraniana (EMT). Os tratamento biológicos são chamados assim pois seus efeitos não dependem dos efeitos de medicações, mas de alterações neurofisiológicas geradas diretamente, a partir de um estímulo, que no caso da ECT é um estímulo elétrico.

    11)A ECT é primeira escolha de tratamento para as catatonias (quadro grave de intenso negativismo, estupor, anormalidades motoras, alterações na consciência, afeto e pensamento que pode ocorrer em quadros psiquiátricos).

    12) Via de regra, a ECT não é um tratamento de manutenção. A partir de 10 a 12 sessões (geralmente 2 vezes por semana), busca-se a melhora aguda da doença, e posteriormente o seguimento e manutenção com medicamentos.

    13) Não, não sou a favor do modelo manicomial ou hospitalicêntrico. Valorizo muito os CAPS e não quero viver num mundo sem equipes multi.

    14) Sim, precisamos tomar cuidado e nos manter atentos para não cair no erro que nos levou aos abusos na psiquiatria, MAS sem informação o preconceito se traveste de engajamento.

    O uso da ECT – assim como da Psiquiatria como um todo – para tortura, segregação e objetivos políticos, deve ser incansavelmente combatido, no entanto, neste caso, pessoas bem intencionadas, mas tecnicamente leigas, acabam lutando contra um DIREITO do indivíduo em sofrimento psíquico grave devido a desinformação e preconceito.

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    1. Acho que comecei falando do mau uso e isso soou como uma condenação, o que deve ter prejudicado sua leitura de todo o artigo. Nem condenei os critérios (apesar de propor alternativas) e falei das indicações que você cita. Lembro alguns problemas, dentre eles (1) nossa imprecisão diagnóstica por ser apenas subjetiva; (2) o perigo da ampliação dos limites dessas diagnoses; (3) a possibilidade da relação terapeutica poder ser intensificada por outros métodos multiprofissionais e terapêuticos alternativos, podendo ser capazes de substituir essa terapia de choque (baseada na corrente eletrica que pode liberar transmissores a favor ou tambem contra os objetivos do tratamento). Na minha longa carreira de mais de quarenta anos de prática clínica tive o prazer de ver essa última possibilidade se realizar e participei de algumas. O debate pode ser rico se, pelo menos, duvidamos de nossas certezas. Apesar da minha idade tenho muito pouca convicção de minhas certezas, ainda mais nesse campo das subjetividades. Claro que para isso o paciente não pode ser o objeto, nem apenas a doença diagnosticada.

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  3. Salve, Edmar Oliveira e seus argumentos “cirúrgicos” quando o tema versa sobre a necessária delicadeza no trato da loucura!
    Esse assunto continua me assombrando quando observo os mais diversos argumentos que querem dar “dignidade” à volta do manicômio e da ECT… ou, a volta da lógica “hospitalocêntrica” que quer agora justificar a retomada ampliada do uso da ETC no tratamento público ao “louco” das periferias, morador de rua, preto, pobre, largado por políticas públicas, ainda que muitas já tenham investido bastante para dar dignidade e mínimas condições de cidadania a essa parcela da população…

    Um Salve à nossa Reforma Psiquiátrica e aos dispositivos substitutivos dos manicômios que, com todos os problemas enfrentados, deram respostas contundentes aos nossos usuários! Um Salve a todos os Caps e às equipes multidisciplinares!!
    Confesso aqui meu enjoo e indignação absoluta quando também observo argumentos que querem desviar a questão para os vieses “ideológicos”, esquerdopatas, alienados e desinformados sobre AS BELEZAS do ECT.

    Mais ainda quando também observo que a máxima desinformação, ou má fé mesmo, está na defesa de qualquer intervenção “biológica” e/ou “científica”, quando bem sabemos que NÃO HÁ a última palavra, NÃO HÁ a penicilina que dê conta da loucura, mas há o que torture, controle e desrespeite essas gentes.

    Então, vamos ao fatos. Pois o fato aqui é que não é mesmo possível considerar que nesse desgoverno estejamos diante de propostas “progressistas” para o tratamento público destinado aos nossos loucos. Não, não há progresso algum!! Trata-se de desmonte, crueldade, irresponsabilidade e desonestidade do pior calibre. E para conquistar o que??

    Dessa forma, sugiro que concentremos nossos esforços na luta pelo aperfeiçoamento dos nossos equipamentos multidisciplinares e de atenção HUMANA à causa da loucura.

    Sugiro que lutemos contra a retomada da mais cruel “tecnologia” QUE NÃO APONTA PARA OS DEVIDOS CUIDADOS NEM NA SUA INDICAÇÃO, NEM NA SUA UTILIZAÇÃO proposta por um governo que congela investimentos na saúde por 20 anos e que desemprega e trata servidor público como lixo descartável.

    Por fim, pediria maior atenção ao que está em jogo e apenas para que se pare com as tratativas inaceitáveis sobre o melhor desempenho de hospitais e ECT tratando a militância como dinossauros ressentidos de esquerda.

    Isso tb é inaceitável.

    No mais, obrigada, Edmar.

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  4. Sou terapeuta ocupacional! Nunca quis trabalhar com psiquiatria! Passava mal quando visitava um hospital.
    Quando me formei, 1984, ainda havia salas de etc nos hospitais. Eu sofria ao imaginar como seria aquilo.
    Enfim! Sou terapeuta clínica! Uso atividades como forma de tratamento. Vejo a mudança de comportamento nas crianças autistas que atendo. Então, acredito e confirmo a possibilidade de tratamento com metodologia humanizada.
    Estou aliviada ao ler seu texto.
    Não entendo de etc, mas tenho certeza que entendo de gente.
    E gente, não precisa disso! Achei que eu estava fora do contexto e desatualizada, ou fora da órbita!
    Obrigada por esclarecer e me estimular a investir no meu método de tratamento. Obrigada.

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  5. Caro Dr. Edmar de Sousa Oliveira, o senhor se apresenta como médico psiquiatra, entretanto, não encontrei o seu registro de especialidade no site do Conselho Federal de Medicina (CFM).
    Penso ser de bom tom divulgar apenas especialidade médica registrada no Conselho Regional de Medicina do seu Estado, conforme orienta o código de ética médica:
    É vedado ao médico -> Art. 115. Anunciar títulos científicos que não possa comprovar e especialidade ou área de atuação para a qual não esteja qualificado e registrado no Conselho Regional de Medicina.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Caro Iluminadamente (não pude entrar em seu blog para ver seu nome, porque precisaria de aprovação),

      Somos de gerações diferentes. Sou um médico de 68 anos, aposentado como servidor do Ministério da Saúde, após 30 anos de dedicação, e prática médica de mais de quarenta anos. Pela sua fotografia você tem idade para ser meu filho, talvez meu neto. Vamos tentar conversar.

      Fui outorgado com título de especialista em psiquiatria pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro em 1978. Conforme resolução do CFM esse título, nem mais existente, tem validade para o Registro de Título de Especialista se emitidos até o ano de 1989. Mesma data limite para comprovar uma especialização apenas com a prática médica (nessa época eu já tinha mais de dez anos trabalhando como psiquiatra). Naquela época (remota pra até pra mim, inimaginável pra você), vários colegas conseguiram o título apenas comprovando a prática em serviço.

      Porém você tem razão por eu não ter feito tal registro em nosso conselho. Talvez não tenha dado muito importância ao registro, até porque sempre trabalhei em serviços públicos em que a apresentação de minha titularidade tinha efeito. Não trabalhei em consultórios particulares. Fiz outras formações (Medicina Social, Gestão Pública e outros interesses) e exerci vários cargos em hospitais públicos, tendo sido diretor do antigo Hospital do Engenho de Dentro, no Rio, por 10 anos.

      Tenho reconhecimento do meu trabalho e frequentemente sou convidado por várias instituições de ensino para falar de minha experiência. Claro, no final da década de 1980 abracei a causa da Reforma Psiquiátrica e dediquei todo meu trabalho a ela nos dispositivos que podiam substituir o hospital psiquiátrico. Trabalho que demonstrei na prática ser possível.

      Quanto ao artigo do código de ética que você cita, creio não infringi-lo, até porque não faço anúncios públicos para angariar clientes (no novo código de ética médica, a entrar em vigor agora, a questão dos anúncios fica mais clara no artigo 117 e não mais no 115).

      Creia que como me apresento aqui no blog, psiquiatra é apenas por nominação da área em que exerci atividade pública não por vanglorio ou prestígio no campo privado.

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